No mês de junho, a equipe da Pró-Ambiente desenvolveu 26 estudos técnicos ambientais, dentro do rol de serviços disponibilizados para seus clientes.

 

“Esses estudos se tratam de laudos de vegetação, estudos de fauna, elaboração de anexos ambientais para GRAPROHAB, licenças de operação em CETESB, estudos de impacto de vizinhança (EIV), elaboração de relatório impacto ambiental (RAP), gestão ambiental de obras e certificação pelo Selo Pró-Ambiente de Sustentabilidade.”, explica o CEO da Pró-Ambiente Assessoria Ambiental, Tairi T. Gomes.

 

O biólogo e especialista em Gestão da Sustentabilidade, destaca, para este mês, um caso de sucesso sobre o Relatório Ambiental Preliminar – RAP. “Esse estudo está sendo desenvolvido em São José do Rio Preto – SP, em área de cerca de 55 hectares para implantação de um condomínio residencial.”, avalia Tairi.

 

O RAP – Relatório Ambiental Preliminar é um amplo estudo, cujo objetivo está em analisar os possíveis impactos ambientais decorrentes do empreendimento ou de atividade considerada potencial ou efetivamente poluidora, para após, conquistar a viabilização da obra.

 

Para tanto, esse relatório é responsável por enfatizar a interação entre elementos dos meios físico, biológico e socioeconômico, bem como, o projeto urbanístico, os impactos e as medidas mitigadoras e de controle ambiental que devem ser adotadas para a sua implantação, a fim de obter a Licença Ambiental Prévia.

 

O CEO da Consultoria Ambiental evidencia que os estudos devem ser realizados por equipe multidisciplinar para as análises dos impactos nos três meios citados. “Com relação à obra de São José do Rio Preto, as equipes da Pró-Ambiente já realizaram na área levantamentos de campo para os meios físico e biológico”, explica.

 

Para esses meios, os levantamentos realizados pela Pró-Ambiente Campinas, foram feitos na Área de Influência Indireta, denominada de AII, compreendida pela bacia hidrográfica dos rios Turvo e Grande. Já a AID – Área de Influência Direta compreende parte da sub-bacia do rio Preto AID, o córrego do Macaco, o córrego Santa Regina e o córrego Bela Vista. Já a Área Diretamente Afetada (ADA) compreende a área do empreendimento.

 

As equipes da Pró-Ambiente fizeram pesquisas de dados secundários, em sites oficiais e em pesquisas científicas disponibilizadas.

 

Os levantamentos de campo, chamados de dados primários, foram realizados nessas áreas. “Para o meio físico, foram estudados o clima, a qualidade do ar, o solo, a geologia, os recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Para o meio biótico foram estudadas a vegetação presente, a fauna local e a formação de corredores que estabelecem conectividade  importante para o deslocamento de animais e dispersão da flora. Todos os estudos foram conduzidos com a eficiência técnica das nossas equipes.”, pontuou o Gestor em Sustentabilidade.

 

O biólogo e CEO da Pró-Ambiente explica que todos esses estudos irão compor o relatório e são fundamentais para análise dos eventuais impactos que o empreendimento poderá ocasionar.

 

A Pró-Ambiente desenvolve relatórios de impacto ambiental há mais de 15 anos, sempre com uma equipe plenamente treinada e com conhecimento técnico necessário. Esse é mais um caso de sucesso da Pró-Ambiente nesse tipo de estudo.